Lista de Todos os Produtos
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Área Temática: Finanças
Produto: Acesso ao Crédito
Duração: 23 min.
Sinopse:
Para iniciar um empreendimento, ou ainda, ampliar as atividades de uma empresa é preciso ter dinheiro. Uma das formas mais comuns de se capitalizar é o financiamento de crédito. Mas para ter sucesso nesta empreitada, é preciso seguir regras para conquistar confiança junto aos agentes financeiros. O programa Gestão & Negócios sobre “Acesso ao Crédito” fez um apanhado geral dessas regras e mostra dicas preciosas para não ter o direito ao crédito negado. E para não ficar só na teoria, buscamos a experiência de quem utiliza desta estratégia, assim como de quem concede empréstimos a pequenas e micro empresas.
Case 1:
JPlus - Produtos e serviços de limpeza
A empresa percebeu a chance de ampliar sua participação no mercado de material de limpeza e resolveu investir. O dinheiro veio por meio de empréstimo. Para ter certeza de quanto precisaria, como poderia pagar e também tomar todos os cuidados necessários para não ter o crédito negado, até um profissional foi contratado. Na visão da empresa, financiamento de crédito tem que ser investimento, tem que ser para crescer e não para saldar dívidas. O resultado dessa manobra foi a geração de mais postos de trabalho e aumento da lucratividade. O financiamento, para a J Plus, não foi risco, foi planejado.
Case 2:
Acredita - Sociedade de crédito ao microempreendedor
A empresa é uma instituição especializada em concessão de microcrédito. Credenciada pelo Banco Central, seus principais clientes são micro empresários. Para liberar o crédito a Acredita faz uma pesquisa sócio-econômica para saber se o pretendente conseguirá pagar o crédito. Se os candidatos não preencherem alguns pré-requisitos o dinheiro não é liberado. A Acredita precisa minimizar os riscos de ter inadimplência, apesar de ter caráter social, para sobreviver o agente de crédito tem de ter de volta o dinheiro emprestado acrescido dos juros, que é seu lucro.
Entrevista:
Christiano Sales - Consultor do Sebrae e Diretor da Nec - Assessoria Empresarial
O especialista em assuntos relacionados à crédito, conta que imprescindível para conseguir o crédito é saber dimensionar a necessidade dele. Ele também aponta alguns dos órgãos que podem ajudar na busca por financiamentos e explica que existem linhas de créditos especifica, muitas delas fomentadas pelos governos. O consultor esclarece o que é o microcrédito e fala da importância dele no mercado nacional.

 

Produto: Gestão Tributária
Duração: 23 min.
Sinopse:
ISS, ICMS, IPI, IR, IPTU. Todas essas siglas podem ser traduzidas da seguinte forma: custos. E não são apenas essas. Outras tantas taxas e impostos fazem do Brasil um dos países com a maior carga tributária do mundo. Esse cenário fiscal exige que as empresas busquem estratégias eficientes para diminuir os gastos com tributos sem correrem o risco de caírem na ilegalidade. Esse exercício diário de adequação às constantes oscilações do sistema tributário brasileiro é a Gestão Tributária.
Case 1:
Laboratório São Marcos - Análises clínicas
Desde a enorme reforma econômica promovida pelo Plano Real, o laboratório de análises clinicas precisou aliar a experiência de 60 anos de atividade da empresa à novas práticas administrativas. Uma das medidas tomadas foi um rigoroso controle dos gastos e uma melhor gestão dos tributos.
Outro fator relevante na nova administração da empresa é a importância de uma equipe composta por profissionais especializados e atualizados para a gestão competente dos tributos. O laboratório aponta ainda, que os custos investidos neste planejamento é liquidado com a redução dos impostos e com a tranqüilidade de estar dentro da legalidade.
Case 2:
Suviminas - Distribuidora de tintas
A gestão moderna inclui, sem dúvida, a gestão tributária.” A afirmação do diretor da Suviminas, Breno Mendes, mostra que o modelo de administração adotado pela distribuidora, tem o planejamento tributário como estratégia para permanecer no mercado. Uma das preocupações da empresa é estar sempre atualizada com o contexto geral e também em dia com aquelas informações particulares da área fiscal. Segundo a visão da empresa, a gestão tributária é uma ferramenta que garante a sua prosperidade e proporciona a possibilidade de oferecer preços mais baixos que os concorrentes. A equipe do programa verificou também que além de leituras, o intercâmbio de informações e troca de experiências é de grande valia para tornar o planejamento tributário mais eficiente.
Entrevista:
Dr. Luiz Gustavo Miranda de Oliveira - Advogado da Pactum Consultoria Empresarial
O entrevistado enfatiza a importância do planejamento tributário para todas as empresas. Ele também esclarece que fazer a gestão tributária não significa sonegar, cometer infrações ou ser ilegal. Muito pelo contrário, conhecer e ter controle dos tributos que incidem sobre seu negócio, possibilita um real levantamento dos seus custos, e ter uma previsão de pagamentos sem precisar pagar juros e multas.

 

Produto: Fluxo de Caixa
Duração: 25 min.
Sinopse:
Saber se pode investir ou se tem provisão financeira para arcar com as despesas futuras é fundamental para que um empreendimento seja bem-sucedido, afinal, nem sempre ter dinheiro na conta é sinal de lucro líquido. O uso do Fluxo de Caixa garante uma visão ampla e capaz de prever a situação do caixa da empresa com antecedência. A gestão financeira eficiente é, dentro de um cenário econômico instável, imprescindível para a sustentação de um negócio.
Case 1:
MBR – Minerações Brasileiras Reunidas
A empresa mantém um rigoroso controle de suas finanças para poder planejar suas ações. A mineradora contou um pouco como é feito o fluxo de caixa da empresa e quais as principais funções desse dispositivo. Pudemos entender que o fluxo de caixa bem feito é vital, já que é por ele que se consegue ter a exata dimensão da saúde financeira para executar as rotinas, diminuir imprevistos e programar investimentos.
Case 2:
Kautchuck – Confeçcão de Bolsas
Empresa do ramo de confecção com mais de vinte funcionários, trabalha com produtos sazonais durante o ano, fato que para se manter em plena atividade exige que ela faça a programação de compra de material, viabilizando os melhores prazos de recebimentos a partir de um fluxo de caixa perfeitamente ajustado. Um dos sócios da Kautchuck mostra, na matéria, como a negociação de prazos pode ser facilitada com o fluxo de caixa bem feito.
Entrevista:
Itamar Machado Miranda
Professor do Ibmec Minas - mestre em controladoria - explica como podemos tirar o melhor proveito do fluxo de caixa. Na entrevista Itamar Machado aponta porque considera o fluxo de caixa uma ferramenta primária e tece comentários sobre o papel dessa ferramenta até nas empresas do terceiro setor. O entrevistado faz um alerta: Dinheiro em caixa não quer dizer lucro. Portanto é importante não gastar mais do que se tem.

 

Produto: Mercado de Capitais
Duração:
Sinopse:
Quando e como investir na Bolsa de Valores?
Quais os riscos envolvidos nessa operação?
É preciso ter muito dinheiro?
Case 1:
Corretora Sita
Case 2:
CEMIG
Entrevista:
Juliano Lima Ribeiro - Professor do IBMEC-MG

 

Produto: Gestão de Custos
Duração:
Sinopse:
Todas as empresas buscam diminuir o número de funcionários, gastar menos energia, pagar menos telefone, fazer orçamentos para comprar o mais barato e pedir prazos maiores. Mas, além de economizar, a meta deve ser garantir e aumentar a produtividade e oferecer preços competitivos.
Case 1:
MRV ENGENHARIA
A empresa sempre realizou controle dos custos por meio de relatórios online de todos os setores. No ano 2000, os diretores criaram o Projeto Canivete, com o objetivo de sedimentar a cultura de redução de custos e reforçar a importância da participação de todos neste trabalho.
Case 2:
QUICK SUPERMERCADO
A empresa não investia em controle de custos mas, pressionados pela concorrência, passaram a fazer um controle ostensivos dos gastos para continuar em atividade. Somente na região são 5 concorrentes diretos. Durante este processo, eles encontraram algumas dificuldades como, por exemplo, a falta de planilhas para controle.
Entrevista:
Nourival Resende – Vice presidente do Conselho Regional de Contabilidade

 

Produto: Formação de Preços
Duração:
Sinopse:
Vender pelo melhor preço. Esse é, talvez, o maior desafio dos empresários. Isso porque o melhor preço nem sempre significa o menor preço ou ainda a maior margem de lucros.
Há muitos fatores que devem avaliados e que merecem uma boa dose de reflexão. Quem é seu consumidor? Qual é o preço que ele está disposto a pagar? Qual a sua estratégia? E o objetivo no mercado?
É fundamental que o preço de um produto ou serviço seja justo e permita às empresas sobreviver nesse cenário de competitividade acirrada.
Case 1:
ALE Combustíveis – Postos de Combustíveis
Trabalhar no mercado de combustíveis exige uma grande dedicação. As imprevisíveis oscilações do mercado externo e as complicadas relações das políticas internacionais as quais a matéria prima do produto está exposta torna a composição do preço uma tarefa delicada e fundamental para o sucesso das empresas distribuidoras.
Para a distribuidora, administrar bem os custos e manter-se atento às informações geradas dentro da própria ALE é o ponto estratégico para se chegar ao preço dos produtos.
Case 2:
Ambrósio´s - Restaurante
O preço ideal para consumo varia, também, conforme o ramo de atividade e o público a que se pretende atingir. Em algumas atividades, para se chegar nesse valor, o “caminho é menos tortuoso”. Já para outras empresas, achar a importância adequada é uma tarefa de detalhes.
Desde 2002 em atividade, a gerência do restaurante sabe que o preço certo é aquele que cobre os custos, rende lucros e que o cliente está disposto a pagar. Na visão da gerência do restaurante o maior pecado na hora de colocar um preço é fazê-lo observando apenas o preço do seu concorrente.
Entrevista:
Sandro Patrício
O professor e consultor do Sebrae-MG falou sobre a condição do preço como fator determinante para a formação de mercado e ainda quais são os objetivos que precisam ser determinados para poder compor o preço adequadamente.
Outra dica interessante é como descobrir qual é a porcentagem ideal de lucro em cada produto, e também como distribuir essa margem entre os diversos produtos numa prateleira. Sandro Patrício faz um alerta: o controle financeiro é uma importante arma para a formação do preço.

 

Área Temática: Empreendedorismo
Produto: Plano de Negócios
Duração: 24 min.
Sinopse:
Começar um negócio ou planejar um investimento num mercado, até então desconhecido, requer por parte do empreendedor mais do que determinação e senso de oportunidade. É indispensável planejamento. Saber se o investimento é promissor, quais os passos seguir, quando dar início a cada uma das etapas são pontos estratégicos que determinarão o grau de sucesso do empreendimento. Para ajudar no planejamento, metas e estratégias futuras, o Plano de Negócios é um importante instrumento para administradores modernos.
Case 1:
Grupo A&C - Tecnologia & Informação
O programa desvenda o tema apresentando a experiência do Grupo A&C. Há mais de 10 anos no mercado de tecnologia e informação, a empresa sabe da importância do plano de negócios. Durante a entrevista, Cássio Rocha, um dos sócios da A&C, explica que todo empreendimento tem um ciclo e que respeitar esse ciclo é fundamental para alcançar o sucesso. O empresário também conta que além da experiência de mercado, fatores como tempo de exposição ao mercado é de extrema importância para ter sucesso. Portanto, explica Rocha, não adianta ter pressa, todo o negócio tem que ser planejado e cada passo deve ser registrado para avaliações.
Case 2:
Canela de Ema - Empresa de Ecoturismo
O Gestão & Negócios apresenta um plano de negócios em plena atividade. Para que o complexo ecoturístico Canela de Ema pudesse nascer forte, o documento foi meticulosamente elaborado e hoje ele é a “bússola” que orienta e garante tranqüilidade na hora de tomar as decisões. Dessa forma o que era um sonho de um estudante se tornou a realidade de um empresário. O plano de negócios ajudou o empresário a decidir que a melhor forma de executar o projeto era por etapas. O local já tem estrutura para atender clientes que querem o esporte de aventura. Os próximos passos são o restaurante e a pousada. Tudo com cronograma de execução e metas previstas no Plano de Negócios.
Entrevista:
Prof. Márcio Rosa Portes - Diretor da Sistêmica Consultoria
O professor explica por que o Plano de Negócios é um documento vivo e qual a importância de se retratar a realidade nele. O professor também mostra como um Plano de Negócios bem elaborado pode fazer a diferença na hora de captar recursos. Portes avalia que o plano de negócios é uma importante ferramenta para evitar surpresas desagradáveis.

 

Produto: Inovação
Duração: 22 min.
Sinopse:
Uma das características que define a raça humana é a capacidade de inventar, de ter idéias para facilitar a vida. No meio empresarial, por exemplo, a sobrevivência não depende apenas da capacidade de se enxugar custos e diminuir despesas. As empresas precisam agora inovar. Desenvolver processos, mecanismos ou produtos que possibilitem ampliar limites, aumentar a margem de ganho e ser mais competitiva. Assim, inovar não é ser diferente, é fazer a diferença.
Para desmistificar o termo “Inovação” e mostrar que colocar idéias em prática é uma ação mais comum do que se pode imaginar, o Gestão & Negócios foi buscar experiências que deram resultado. Estes “inovadores” foram pessoas que deram o segundo passo: executaram a idéia.
Case 1:
Souza Paiol - Fabricante de Cigarros de Palha
A idéia de que as grandes inovações acontecem nos centros de pesquisa e do saber nem sempre é verdadeira. A equipe do programa Gestão & Negócios foi até Pitangui, cidade do interior de Minas Gerais, para conhecer a industrialização do cigarro de palha. De produção artesanal, feito de palha de milho, fumo e paciência, o cigarro de palha é um dos ícones da tradição rural. Mas a nossa matéria mostrou que com o espírito inovador o cigarro de palha se tornou um negócio rentável e de grande escala. A reportagem mostra ainda que além da boa idéia implementada, para que ela se tornasse viável o empresário investiu em mais inovação, deste a criação de novas máquinas até a associação com centros de tecnologias agrícolas para melhorar o produto. A equipe do programa descobriu que na fábrica uma idéia puxa a outra.
Case 2:
Ecovec - Empresa de Biotecnologia
Os centros de pesquisa das universidades são responsáveis por um considerável número de descobertas que faciltariam a vida do ser humano. Contudo, poucas delas saem da prateleira e se transformam, efetivamente, em produto. Em busca de inovações, o Gestão & Negócios descobriu a Ecovec. A empresa nasceu da pesquisa de um cientista que viu a oportunidade de transformar o resultado do seu trabalho em produto. A matéria mostra que a atitude empreendedora do pesquisador conseguiu tirar a pesquisa da bancada. A reportagem mostra ainda como foi possível materializar os resultados dos estudos e que com o resultado positivo, outros produtos frutos de pesquisas científicas já estão surgindo.
Entrevista:
Prof. Paulo Renato Macedo Cabral - Diretor do Instituto Inovação
O entrevistado afirma que ter uma idéia não é suficiente para ser inovador, e vai além, segundo ele, falta audácia no brasileiro para ser inovador. Paulo Renato explica ainda como funcionam as parcerias de informação e qual é a melhor forma de fazer inovação dentro de uma empresa. Ele esclarece que a inovação pode ser um produto, uma promoção ou um novo modelo de negócios. Outra dica importante de Paulo Renato é a melhor forma de proteger as idéias e as informações.

 

Produto: Empreendedorismo Corporativo
Duração: 25 min.
Sinopse:
O que tem haver o empreendedorismo corporativo com o seu futuro profissional ou com o da sua empresa? Ser empreendedor sempre foi sinônimo de ser dono do próprio negócio. Mas na administração moderna este conceito já tem uma nova concepção. Os empresários e gerentes estão descobrindo que ser empreendedor é qualidade que pode render bons frutos para a empresa e garantir satisfação ao espírito inovador do empregado garantindo-lhes realização e ascensão profissional.
Case 1:
Telemig Celular
A empresa foi premiada como uma das vinte empresas classificadas no ranking de Empreendedorismo Corporativo da Revista Exame, em dois mil e quatro. A empresa relata como a cultura do empreendedorismo corporativo motiva os funcionários a empreender e inovar, garantindo a liderança da empresa no mercado e o cumprimento das metas.
Case 2:
Biocor
Empresa mineira que atua desde 2000 no ramo da Biologia Molecular e Genética. Segundo a diretora da empresa Valéria Matarelli, para conseguir consolidar-se no mercado, a cultura do empreendedorismo corporativo foi muito importante. Todos os funcionários participam e são beneficiados pelos programas de desenvolvimento e capacitação.
Entrevista:
Fernando Dolabela
O Consultor, professor e autor do livro “O Segrego de Luíza” , dentre outros - enumera os fatores necessários para o desenvolvimento do empreendedorismo dentro de uma empresa. Na entrevista ele ainda comenta sobre as influência do valores culturais de uma sociedade para a formação dos empreendedores. Para o professor, toda empresa, para evoluir deve passar pelo estágio da “Destruição Criadora”.

 

Produto: Franchising
Duração: 25 min.
Sinopse:
Ser empreendedor é sinônimo de ser dono do próprio negócio. Melhor ainda quando o negócio próprio já vem com uma marca forte, anos de experiência e profundo conhecimento do mercado. Esse ideal de investimento seguro, perseguido por muitos empreendedores, existe: é o Sistema de Franchising.
Presente há décadas no Brasil, este sistema é bem visto tanto pelo dono da marca e dos processos (o franqueador), quanto por quem resolve investir (franqueado).
O franchising permite ao franqueador ampliar seu negócio, reforçar a marca e aumentar a penetração do produto no mercado. Para o franqueador é a oportunidade de ter um produto ou serviço cuja marca e a qualidade já são aprovados pelo consumidor, garantindo, assim, maiores chances de ver o retorno do investimento.
Case 1:
Yes Rent a Car – Locadora de Carros
Quando se fala em sistema de franchising, normalmente, o que vem à mente é o franqueado e o processo para começar o novo negócio. Contudo, existe o outro lado, o do franqueador e os passos que se deve seguir para franquear o negócio. O sucesso da locadora de veículos está baseado em três pilares: experiências no negócio; domínio do sistema de franquia e profundo conhecimento do mercado. Estes pilares permitiu aos diretores da empresa implantar o que eles chamam de 3ª geração do Franchising, ou “franchising formatado”.
Case 2:
Pão & Cia – Rede de Padarias
A experiência de dois franqueados da rede de padaria, mostra a visão dos empresários sobre o franchising: o baixo potencial de riscos e a oportunidade de aprender sobre o mercado da panificação, junto ao franqueador, foram os principais motivos para fazer opção pela franquia.
A relação de parceria entre eles e o restante dos franqueados da rede, é o diferencial para tornar a franquia uma excelente forma de fazer o negócio progredir.
Entrevista:
Marcelo Cherto
O consultor especialista em sistema de franchising, falou sobre os rumos do sistema de franchising no Brasil, o país é um dos primeiros na lista de negócios franqueados.
O entrevistado destacou também, a importância do estudo de franqueabilidade de um negócio para diminuir os riscos no processo de franqueamento.
Cherto fala que imprescindível para o sucesso de um negócio franqueado é a sistematização e documentação dos processos e uma boa experiência no ramo.

 

Área Temática: Área Internacional
Produto: Negócios Internacionais
Duração: 21 min.
Sinopse:
Hoje, nas prateleiras dos supermercados, é possível encontrar produtos de todas as partes do mundo. Isso é um indício de que o Brasil vem gradativamente aumentando sua participação no mercado externo. Além de comprar, o País vem diversificando nas exportações. Juntamente com produtos tradicionais como soja e café, os industrializados também estão ganhando o gosto dos consumidores internacionais. Da mesma forma que satisfazer o consumidor interno é importante, com os mercados internacionais não deve ser diferente. Porém, cada país tem seus costumes e suas peculiariedades. É o respeito e a observação desses costumes particulares que garantirá a realização de bons negócios.
Case 1:
Tecnowatt - Ind. de Equipamentos de Iluminação
Para ultrapassar fronteiras a Tecnowatt apostou nas feiras internacionais. A exposição dos seus produtos resultou em negócios com outros países. Mas para efetivar as vendas a indústria precisou fazer adaptações na fábrica e nos procedimentos. O resultado foi a criação de produtos específicos, conforme a orientação dos clientes. Para realizar as vendas a empresa precisou investir também, em viagens constantes para conhecer de perto as realidades e necessidades dos consumidores potenciais. Contudo, a credibilidade criada junto ao público interno e a eliminação do período de ociosidade ou baixa produtividade foram alguns dos fatores que tornaram o investimento baixo, perto do retorno oferecido.
Case 2:
Pharma Nectar - Ind. de Medicamentos Naturais
Quase por acaso a Pharmanectar começou a exportar. Como seus produtos são embalados em pequenos frascos e potes, muitos turistas levaram para casa ou deram de presentes para amigos medicamentos naturais que trouxeram de suas férias no Brasil. Percebendo o interesse do mercado exterior em sua linha de produtos a empresa investiu. Hoje ela exporta com freqüência para mais de cinco países. Na Pharmanectar também são observados os hábitos de consumo dos países e as preferências deles. Mas o segredo das exportações da empresa está nos vários tipos de canais de distribuição.
Entrevista:
Prof. Dr. José Edson Lara - UFMG/FACE/CEGE
O professor José Edson fala sobre a importância de se conhecer os hábitos e cultura dos países a que se pretende negociar e alerta: é preciso calma, o ideal é estabelecer metas a médio e longo prazos. Ele fala ainda da participação do Brasil no mercado internacional e as vantagens de se vender para outros países. O professor ainda dá dicas de como começar a exportar e conta porque muitas empresas não obtêm sucesso no mercado internacional.

 

Produto: Processo de Exportação
Duração: 24 min.
Sinopse:
A atual configuração do cenário econômico no mundo, a tecnologia que permite o tráfego de informações em segundos e as avançadas técnicas de produção, são fatores que colaboram para que as relações comerciais entre os países cresçam num ritmo acelerado.
Mas para que os negócios com outros países prosperem é preciso que sejam observadas várias regras, desde orientações de cunho cultural até a exigência de normas e padrões específicos, sem contar, é claro, com todo o trâmite legal, tanto aqui, quanto no país com o qual se vai negociar.
Assim, o Processo de Exportação é a observação e adoção desse conjunto de práticas sistematizadas. Aplicadas correta e metodicamente, aumenta-se a garantia de sucesso nos negócios com outros países.
Case 1:
Clamper – Setor Elétrico
O processo de exportação ocorre, normalmente, quando a empresa identifica o potencial de um produto ou serviço. Na Clamper não foi diferente. Numa avaliação para superar uma crise, a indústria descobriu que a exportação de seus produtos seria uma alternativa viável.
Além de um plano de exportação, os produtos precisaram ganhar certificação. As adequações e investimentos feitos para atender as exigências dos clientes estrangeiros fizeram com que a produtividade da fábrica aumentasse criando melhores condições para atender ambos os mercados.
Case 2:
Fruto da Fruta – Confeçcão Infantil
Qualquer empresa, para ter sucesso com vendas no exterior, precisa de adequar e inserir processos, tanto na linha de produção, quanto no setor administrativo.
A Fruto da Fruta, confecção especializada em moda para pré-adolescentes, não deixou passar a oportunidade da exportação. As modificações começaram na fábrica, para que as normas praticadas no exterior fossem aplicadas em seus produtos. O início do processo exigiu dos empresários muita disposição para enfrentar dificuldades como as línguas diferentes na hora de negociar e conseguir a documentação necessárias para atuar no exterior.
Como resultado, a empresa conseguiu diminuir os impactos dos efeitos da sazonalidade e aumentar o seu prestígio no mercado interno.
Entrevista:
Flávio Perin
O coordenador do Centro de Oportunidade de Negócios Internacionais da FIEMG, falou da importância do planejamento antes de exportar. Segundo Perin, é bom estruturar-se e dimensionar a produção para atender ao novo mercado.
O entrevistado conta que o cuidado prévio reduz a possibilidade de insucesso com o projeto, uma vez que o investimento é considerável. Como em todo processo, o coordenador alerta também que o retorno do investimento é de médio a longo prazo, o que se recompensa na solidez e garantia dos negócios.

 

Produto: Comércio Internacional
Duração: 24 min.
Sinopse:
Nas últimas décadas, tornou-se decisivo, para manter competitiva a economia dos países, o comércio entre eles. Mas para uma empresa se internacionalizar, são necessárias algumas mudanças. Ela tem de reavaliar a sua cultura, os seus processos de trabalho e as suas áreas de produção, finanças, marketing, logística.
Case 1:
TOSHIBA DO BRASIL
A instalação da fábrica no Brasil foi estratégica para atender o continente americano. A tecnologia e o suporte técnico e comercial vieram do Japão, mas toda a fabricação e comercialização são executadas pelos 500 funcionários brasileiros. Atualmente, a empresa é a maior fabricante de reguladores de energia da América Latina.
Case 2:
CONSÓRCIO DE EXPORTAÇÃO - Setor Calçadista
Uma das estratégias do setor calçadista mineiro para aumentar as exportações foi a criação de um consórcio de empresas. Unidas, elas estão recebendo o apoio do governo e já conseguiram clientes fora do Brasil. Contrataram um especialista em comércio exterior para gerenciar o consórcio, e é ele quem faz a prospecção de mercado.
Entrevista:
Prof. Alexandre Marques - Fundação Dom Cabral
O professor e consultor fala que Internacionalizar é a estratégia que a empresa tem para conquistar, além do mercado interno, o mercado externo. Para ele, o Comércio Internacional proporciona benefícios para as empresas, como: ampliação de mercado, ampliação da escala de produção, melhoria da competitividade, dentre outros.

 

Área Temática: RH
Produto: Planejamento de carreiras
Duração: 23 min.
Sinopse:
O planejamento de uma carreira é hoje a realização de um projeto pessoal. Assim, o profissional deve estar atento às necessidades do mercado, ampliar suas competências e enriquecer seu currículo, sempre projetando o seu desenvolvimento e visando atender às necessidades dos projetos nos quais está envolvido ou que pretende alcançar.
Planejar carreiras é também planejar uma vida, assim o programa Gestão & Negócios buscou informações práticas de como pode ser feito este projeto.
Case 1:
Rede Pitágoras - Instituição privada de ensino
Os especialistas aconselham a começar a planejar a carreira ainda na escola. Seguindo este princípio o Gestão & Negócios foi até a Rede Pitágoras mostrar como a escola prepara seus alunos para o mercado de trabalho. A matéria mostra que a formação do aluno passa por uma identificação dos anseios do mercado e a transformação desses indícios em instrumentos pedagógicos. Fala ainda sobre a importância de se criar profissionais com senso de oportunidade e decididos, com metas. A filosofia do planejamento de carreira, ensinada dentro da faculdade, atende à exigência das organizações por pessoas que sejam empreendedoras e tenham pensamento no futuro.
Case 2:
Terra Gama do Brasil - Logística industrial
Apesar da conscientização dos profissionais sobre a necessidade de progredir intelectualmente e ampliar seu conjunto de competências – o que o tornará mais atraente para as organizações –, algumas empresas entendem que o investimento em seus funcionários é também importante para o crescimento e sua sustentação no mercado. A cultura da empresa incentiva o auto-conhecimento dos funcionários e apóia-os na definição de seus objetivos. A matéria mostra ainda que não basta que a empresa crie um ambiente propício ao desenvolvimento dos profissionais se as pessoas não estiverem atentas às oportunidade e dispostas a crescer.
Entrevista:
Isabella Bueno e Andiara Martins - Diretoras da Martins & Bueno Assessoria em RH
As sócias proprietárias da Martins & Bueno, explicam o processo de construção de um planejamento de carreira, para elas, a quebra de paradigmas é um dos pontos que se deve prever. Falam também de assuntos como mudanças de carreiras e das alterações nas relações de trabalho. As sócias também explicam o que é trabalhabilidade e qual sua importância neste novo cenário econômico.

 

Produto: Modelo de Competências
Duração: 25 min.
Sinopse:
Houve um tempo que a incompetência era sinônimo de desemprego certo. Não ter competência era tratado pelas organizações como pecado capital. Assim, todo bom funcionário era aquele que já trazia de casa uma competência, e que, se era competente para desempenhar uma função, certamente seria competente para desempenhar qualquer outra. A gestão dos Modelos de Competência surgiu e desmistificou mais esse tabu.
Agora, as organizações que trabalham com esse modelo procuram profissionais com o conjunto de competências mais adequado às tarefas a serem desempenhadas. Ganha a empresa por ter um funcionário mais capaz e produtivo, ganha o profissional por desempenhar um função na qual ele se sente pleno e útil.
Case 1:
Unimed-BH
A cooperativa de médicos atende mais de 500 mil clientes com uma base de 800 funcionários, aproximadamente. Para conseguir eficiência no atendimento, a empresa tem pautado suas decisões num planejamento estratégico.
O modelo de competências foi a forma encontrada pela Unimed-BH para avaliar e dimensionar as habilidades dos funcionários. A implantação e a abrangência desse modelo na empresa possibilitou otimizar resultados, e garantir o envolvimento da diretoria aos funcionários, o que se mostrou essencial.
Case 2:
Horizonte Têxtil
Quando estabeleceu as metas de seu planejamento estratégico a Horizonte Têxtil as considerava bem ambiciosas. Para que elas fossem alcançadas houve a necessidade de estabelecer o modelo de competências.
Além de resultados práticos, o modelo melhorou a comunicação entre a diretoria e a fábrica. Outro ponto levantado foi o investimento, que, segundo a empresa é baixo e diluído aos longos dos anos de lucros garantidos. Além das melhorias para a empresa, na Horizonte Têxtil, os funcionários também sentiram as melhorias com o novo modelo de gestão.
Entrevista:
Dayse Carnaval – Perfil Consultoria
A professora da Fundação Dom Cabral, Dayse Carnaval, explica o conceito de competências e como funcional esse modelo. Ela ainda mostra as relações entre competências e estratégias.
Para a consultora, aportar o conhecimento e obter resultados é o objetivo do modelo. A entrevista mostra também que o processo de implantação do modelo de competências deve ser acompanhado de perto e com envolvimento total da diretoria da empresa.

 

Produto: Trabalho em Equipe
Duração: 25 min.
Sinopse:
O ambiente empresarial já incorporou o trabalho em equipe em sua rotina. Esta prática busca obter os melhores resultados por meio da potencialização das habilidades de cada indivíduo. Ao longo dos anos este método de trabalho vem evoluindo e tornando as equipes, além de fundamentais, extremamente eficazes para resolução de tarefas com grande margem de sucesso. No panorama atual, para adequar às necessidades particulares de cada empresa e alcançar um alto índice de aproveitamento do trabalho, é imprescindível o gerenciamento das equipes e o estabelecimento de rotinas como, por exemplo, o mapeamento de competências de seus membros.
Case 1:
Correios
O Centro de Cartas e Encomendas dos Correios em Belo Horizonte, é responsável pela entrega de aproximadamente 8 bilhões de correspondências por ano, e todo este desempenho só é possível pelo trabalho das equipes. Apesar de toda a automatização dos sistemas, para concluir as tarefas nos prazos, as equipes precisam trabalhar afinadas tanto internamente como entre elas.
Segundo a cultura de equipe dos Correios, o trabalho só funciona se os valores de cada indivíduo forem devidamente alocados e valorizados.
Case 2:
Albano´s
O atendimento é um dos principais itens levados em consideração pelos freqüentadores de um bar. No Albano’s, a equipe trabalha de forma colaborativa - todos os funcionários participam do processo, como num “time de futebol”. Para a assessora de RH da casa, Márcia Mary de Oliveira “não existe resultado se as pessoas não cooperarem entre si.” No modelo de gestão de equipes adotado pela chopperia é fundamental que os funcionários sejam ouvidos e tenham autonomia para resolver impasses.
Entrevista:
Maria Rita Gramigna
A consultora Maria Rita Gramigna, falou sobre o trabalho horizontalizado – uma das novas metodologias para se trabalhar em equipe, e que nessa filosofia, o líder de uma equipe é escolhido pelo domínio de competências específicas. A entrevistada também deu dicas interessantes aos gerentes de grupos, apontando as estratégias mais adequadas para se formar um equipe.

 

Área Temática: Logística
Produto: Logística Empresarial
Duração: 25 min.
Sinopse:
Conhecer todo o processo que envolve seu empreendimento é vital para ser mais competitivo. A essa afirmação aplica-se também, pensar constantemente nas práticas diárias de execução e finalidade desses processos. A logística também é isso: conhecer e otimizar processos para entregar no tempo adequado, a mercadoria determinada e em condições ideais.
Neste vídeo, o Gestão & Negócios desvenda os mitos da Logística Empresarial e mostra como a eficiência de um projeto pode conferir à empresa mais competitividade e lucros.
Case 1:
Água Mineral Ingá - Envazadora e distribuidora
Mais de três décadas de experiência mostram à Água Mineral Ingá a importância da logística empresarial para o sucesso da marca. De forma organizada, o aumento contínuo da demanda fez com que a empresa deixasse de fazer anotações em cadernos e caminhasse para a informatização definitiva dos processos. Além de controlar todo o fluxo de informações por computador, o envaze da água é feito automaticamente, o que garante o monitoramento adequado e cumprimento de prazos.A logística aplicada dentro da empresa se repete na hora da entrega. Com um sistema bem planejado a distribuição da Ingá tem uma entrega mais ágil e garantida. A empresa acredita que logística é, além de ferramenta de gestão, um forte valor na estratégia de marketing, pois, se bem feita, confere à marca credibilidade e confiança.
Case 2:
Office Brasil - Indústria de mobiliário
Os móveis da Office Brasil são utilizados em grande parte do país. Para que as peças possam chegar até o destino sem sofrer danos e dentro do prazo prometido a empresa confia em seu sistema de logística. No planejamento das montagens das peças tudo é pensado para gastar o menor tempo e conseguir os resultados esperados. A visão de logística adotada pela empresa prevê que, para alcançar as metas, os fornecedores são parcerias importantes e devem estar integrados ao processo de produção. Na concepção da Office Brasil, a logística perfeita garante o prazo de entrega e a integridade do produto. Para atingir esse conceito o processo é visto como “centro nervoso da produção” e não apenas dedicado ao transporte.
Entrevista:
Nyssio Ferreira - Ibralog / Instituto Brasileiro de Logística
O diretor do Ibralog, Insituto Brasileiro de Logística, comenta sobre a relação entre a logística, a competitividade e a geração de lucros a partir desse processo. Ele explica o que é Suply Chain e qual a importância dessa cadeia. Em outro ponto da entrevista o empresário lembra de como era o funcionamento das empresas antes da visão da logística empresarial e do cenário econômico.

 

Produto: Gestão de Armazenagem
Duração: 25 min.
Sinopse:
Nas últimas décadas o mercado nacional aumentou consideravelmente a quantidade e a variedade de produtos ofertados. Numa mesma prateleira o consumidor pode escolher um tipo de produto por marca, embalagem ou preço. Além disso, as compras on line com entregas em domicílio passaram a ser rotineiras. Todo esse movimento fez com que os armazéns ganhassem uma posição de destaque na logística das empresas. A gestão de armazenagem torna-se, então, estratégica para conseguir lucratividade.
Case 1:
Embrasil - Atacadista e distribuidor
A distribuidora tem uma área de mais de 13 mil m2 para armazenar mercadorias. Para controlar fluxo contínuo dessas mercadorias ela adotou um conceito de condomínio. Dentro do galpão existem ruas, prédios e andares, tudo para atender aos clientes com eficiência. A matéria mostra também a importância da informatização e de como a circulação da informação garante até 100% de assertividade.
Case 2:
Grupo Santa Teresinha - Distribuidora de Produtos
Com um sistema de informação moderno, a empresa organiza seu armazém se orientando pelo produto e sua data de validade, assim o risco de perder produtos mesmo antes deles chegarem ao consumidor é praticamente anulado. A distribuidora sabe da importância dos prazos, por isso toda a rede de informações e articulações da empresa é estabelecida a partir desse dado. Um exemplo é o quesito sazonalidade. A matéria mostra como os produtos que têm maior volume de circulação numa determinada data do ano é tratado.
Entrevista:
Altamiro Borges - Diretor Presidente da AB Group
O entrevistado, diretor presidente do ABGroup, faz um análise sobre a evolução da armazenagem no Brasil. Ele também fala sobre o que é um bom armazém e da importância que o fluxo de mercadorias precisa ter no galpão. Na entrevista, Altamiro Borges divide em quadrantes de igual importância os pontos para o sucesso de uma gestão de armazenagens.

 

Produto: Gestão de Estoques
Duração: 25 min.
Sinopse:
Um desafio para as empresas modernas: <> Uma das alternativas para baixar custos, é compartilhando dados de estoque e vendas para uma reposição de mercadorias de acordo com a demanda.
Case 1:
REFRIGERANTES DEL REY
A Refrigerantes Del Rey, uma das grandes empresas do mercado mineiro, produz 35 tipos de refrigerantes. Uma das iniciativas para melhorar a produtividade foi dividir a área de estocagem. Cada item tem o seu local reservado no depósito. Depois da mudança, os funcionários economizaram tempo e ganharam precisão na hora do carregamento. O funcionamento do depósito ganhou mais agilidade também depois que a empresa percebeu a importância de um planejamento para o setor.
Case 2:
DAMASCO DELIKATESSEN
A loja faz o controle dos 1.746 itens da loja através do giro das mercadorias. O espaço reduzido faz com que a compra seja programada, conforme o consumo. Um banco de dados registra a venda, o estoque e o momento exato de reposição. O sistema mostra, ainda, a necessidade de fazer pedidos. O resultado foi um aumento de 30% nas vendas e facilidade para administrar o negócio.
Entrevista:
PAULO TARSO RESENDE - IBMEC
Segundo o professor, o estoque representa até 30% do custo das empresas. “Este percentual é muito alto, por isso a atitude mais importante é fazer um estoque inteligente. As empresas precisam analisar o comportamento de compra de seus clientes. Conhecer a freqüência e o produto escolhido são fundamentais para esse controle”, explica o professor.

 

Produto: Gestão de Compras
Duração: 25 min.
Sinopse:
Quais são as suas necessidades quando você decide comprar algum produto? A gestão de compras é uma atividade fundamental para o bom gerenciamento das empresas e que influencia diretamente nos seus estoques e no relacionamento com os clientes.
Case 1:
VIA BRASIL HIPERMERCADO
O departamento de Compras do 5º maior supermercado de Minas em vendas, o Viabrasil, é dividido em nove setores. Os compradores trabalham com 13 mil itens atendendo 800 fornecedores para garantir produtos de qualidade e preço competitivo para o consumidor. Pelos números da empresa, o supermercado sabe o que mais vem atraindo o consumidor.
Case 2:
QUINTEL - LOJA DE MATERIAL ELÉTRICO
Loja de materiais elétricos e de iluminação, trabalha com mais de 4 mil itens. O dono da empresa é o responsável pelas compras e as negociações são realizadas pessoalmente por ele. O volume comprado tem uma relação direta com os preços dos produtos negociados pela Quintel com os seus fornecedores.

REVISÃO
-A área de compras tem como função suprir a organização com os recursos ou produtos necessários para atender a demanda de seus clientes.

-A gestão de compras influencia diretamente os estoques, diminuindo o capital empatado e o custo operacional.

-A empresa deve selecionar um número adequado de fornecedores que possibilite parcerias de longo prazo e desenvolver um relacionamento de confiança mútua.

-O bom comprador deve estar atento a preço, condição de pagamento, quantidade, qualidade, data e local de entrega do produto.
Entrevista:
Flávio Milazzo, Gerente de projetos da Kom ABPL

 

Produto: Administração da produção e operação
Duração: 25 min.
Sinopse:
A Administração da Produção e da Operação garante o melhor uso dos recursos e o aproveitamento ideal dos insumos. O monitoramento das operações garante que a produção seja contínua, o que garante confiabilidade e flexibilidade para planejar e controlar a demanda por produtos, bem como assegurar à equipe de venda que os compromissos assumidos junto aos clientes sejam cumpridos.
Case 1:
Coca - Cola
O planejamento e o controle da linha de produção da Coca-Cola em Belo Horizonte garante que o abastecimento nos estados de MG e RJ. Na visão da empresa a administração da produção significa transformar insumos e trabalho em produtos acabados, resultando em bons níveis de produtividade e menores índices de perdas de materiais e tempo.
Case 2:
Car Wash Uruguai
Para melhorar o desempenho, o lava-jato fez inúmeros testes e experimentou diversas variações no processo de lavagem em série até chegar numa rotina que diminuísse em 20 minutos o tempo gasto no serviço. Apesar de não impactar de forma direta e significativa nos custos, a redução do tempo manteve a qualidade do serviço aumentou a satisfação dos clientes.
Entrevista:
Richard Barros
O Professor do Ibmec-MG e consultor, dá detalhes sobre o que é e como funciona o processo de administração da operação e produção. Barros ainda fala sobre cronograma, planejamento mestre e programa de produção. Para o entrevistado, “em empresas de serviços é mais complicado padronizar e aplicar os sistemas, mas não é impossível.”

 

Área Temática: Marketing
Produto: Marketing Direto
Duração: 25 min.
Sinopse:
Em tempos de economia globalizada e da massificação das informações nos meios de comunicação, ser tratado como único é um privilégio. Se fizermos um exercício de observação atenta, vamos notar que o consumidor não apenas gosta, como exige atendimento individual ou até mesmo personalizado. Assim é o marketing direto. As malas-dirtetas que chegam têm o nome do cliente impresso no papel e, muitas vezes, são ações conjuntas que prevêem jogos interativos e cadastros em sites. O que é, aparentemente, uma “bajulação” dos clientes se mostra uma ferramenta muito útil para traçar perfis, conhecer hábitos e ajudar na formatação de novas estratégias. Com o marketing direto ganha o cliente por ser tratado de forma personalizada, ganha a empresa que fideliza e aumenta a capacidade estratégica.
Case 1:
Fiat Automóveis - Montadora de carros
No mercado dos veículos automotores, assim como na maioria dos segmentos, a concorrência cresce à medida que a tecnologia e as informações deixam de ser diferencial de um produto para se tornarem comuns a todos. A briga então é descobrir as particularidades dos clientes. O Gestão & Negócios acompanhou o trabalho de marketing direto da Fiat. Na reportagem são apresentados recursos como telemarketing e e-mail, fundamentais nos planos de relacionamento da empresa. Outro ponto importante verificado por nossa equipe é o uso direcionado de tecnologia para atingir resultados. A matéria mostra também como é tratada a oscilação do mercado e como são trabalhadas as ações para chegar até ao cliente certo, na hora certa e com a oferta certa.
Case 2:
Chevrolet Hall (Marista Hall)- Espaço de Eventos
O aniversário de um ano da casa de espetáculos Marista Hall foi comemorado com uma ação de marketing direto. O resultado desse projeto motivou o Programa Gestão & Negócios a buscar informações com os responsáveis pelo planejamento. O programa mostrou que foram definidas ferramentas, objetivos e avaliado os custos. O resultado foi a criação de um banco de dados dos clientes e formação de um perfil dos freqüentadores da casa. A matéria mostra também que por meio dessa ação foi possível fidelizar clientes. A reportagem ainda ressalta a importância de pensar os objetivos a serem alcançados para saber quais os recursos usar e os passos a seguir. No caso do Marista Hall até uma premiação foi feita.
Entrevista:
Abaetê de Azevedo - Pres. da Rapp Collins Brasil e Dir. da Abemd
O entrevistado fala sobre marketing direto e como ele pode diminuir os custos com a propaganda tradicional. Importante ponto ressaltado na entrevista foi quais e como usar as diversas ferramentas disponíveis no mercado e como elas funcionam. O professor alerta para a necessidade de pensar o uso das mídias e fala sobre a particularidade de algumas delas. Ele cita, por exemplo, como deve ser usada a internet e qual é o tipo de mídia mais utilizada nessas ações denominadas “um-a-um”.

 

Produto: Atendimento
Duração: 25 min.
Sinopse:
Observando o mercado varejista é possível constatar que na competição por clientes as tradicionais “armas” como preço e qualidade, alcançaram um grande equilíbrio. Assim, para conquistar a preferência dos consumidores, as empresas estão agregando valores aos seus produtos. Nesse cenário um dos serviços que se destaca é o atendimento. Profissionalizar esse serviço está sendo uma das formas para aumentar as vendas.
Case 1:
Laboratórios Hermes Pardini - Análises clínicas
O Gestão & Negócios mostrou quais as estratégias utilizadas pelo laboratório Hermes Pardini para alcançar a excelência no atendimento. A Reportagem aponta como são feitos os treinamentos e qual é a importância dos funcionários nesse processo. Você ainda poderá perceber que, para o laboratório, estar devidamente equipado é apenas parte de um serviço de atendimento adequado.
Case 2:
Cosmic Bowling - Empresa de entretenimento
Nos fomos até o Cosmic Bowling para mostrar quais as estratégias de atendimento adotadas na empresa de entretenimento. A casa de boliche de BH, faz treinamentos periódicos com seus funcionários, além de ter uma surpevisão proativa que checa constantemente com os clientes a qualidade do atendimento prestado. O sistema de atendimento informatizado da empresa também é mostrado na reportagem. Com ele o cliente consome em qualquer ambiente da casa sem burocracia.
Entrevista:
Porfa. Dra. Áurea Ribeiro - Fudação Dom Cabral
A professora indicou pontos para avaliar um bom atendimento e reforçou a importância de se criar uma política de atendimento.
Segundo a entrevistada, o bom Atendimento depende de 3 pilares: PESSOAS, PROCESSOS E TECNOLOGIA.
Para Áurea a pergunta fundamental é: Quem precisa se movimentar? A partir desse questionamento é que se elabora uma estratégia de atendimento eficiente.

 

Produto: Pesquisa de Marketing
Duração: 25 min.
Sinopse:
Que tipo de negócio dá lucro garantido? Que produto ou que serviço os clientes mais gostam? Para essas perguntas e tantas outras a resposta é: Depende do mercado.
Para uma empresa manter-se lucrativa e até por uma questão de sobrevivência é preciso conhecê-lo, antever suas ações e conhecer também, as peculiariedades, se possível, de cada consumidor. Empresas de grande porte sabem disso é fazem uso da pesquisa de marketing há muito tempo. Hoje, essa ferramenta está muito difundida, e não é mais exclusiva dos grandes empreendedores. Longe de ser modismo, a pesquisa de marketing é fonte de consulta obrigatória antes de tomar decisões que vão refletir no mercado.
Case 1:
Number One - Escola de idiomas
O mercado das escolas de língua está entre os mais concorridos. Para permanecer nesse negócio é preciso ter qualidade, comprometimento e muita, muita criatividade. Sempre inovando e lançando novos produtos a Number One passou, desde 2002, a utilizar a pesquisa de marketing como principal fonte de informação para as ações planejadas. A preocupação com o sucesso das estratégias foi sinal do amadurecimento do mercado e por conseqüência da empresa. Com relação aos investimentos, a escola revela que o custo se transforma em benefício quando a escolha da empresa responsável pela aplicação das pesquisas é bem feita.
Case 2:
Sorte Construções - Setor imobiliário
A empresa tinha algumas ramificações dentro da área da construção civil. Na hora de focar estrategicamente as ações da empresa, a pesquisa de marketing foi indispensável. Para tomar a decisão e abandonar as outras atividades, a pesquisa abordou detalhes como gosto dos potenciais clientes e preços pelos quais esses clientes estavam dispostos a pagar. Somente depois de analisados os dados das pesquisas é que a empresa resolveu mudar. Na visão da Sorte Construções a pesquisa de marketing é uma excelente ferramenta para apoiar as decisões e tornar as ações mais assertivas e lucrativas.
Entrevista:
Prof. Dr. Cid Gonçalves Filho e Prof. Dr. Gustavo Quiroga Souki - Diretores da Dataconsumer
Em entrevista ao nosso programa, os professores doutores deram um panorama geral sobre o uso da pesquisa de marketing no mundo e no Brasil. Falaram também da importância da ferramenta entre as empresas de pequeno e médio porte e das utilidades dela na empresa. Os professores ainda apontaram quais são as principais técnicas qualitativas e quantitativas de aplicação dessa ferramenta além de apontar a importância da integração das duas técnicas.

 

Produto: Marcas
Duração: 25 min.
Sinopse:
Você sabe qual é o maior patrimônio que as empresas líderes mundiais têm? Pense um pouco. Quando te perguntam por um refrigerante, qual é o primeiro nome que te vem à cabeça? E um tênis? Exatamente! As maiores empresas do mundo têm na sua marca o seu maior bem. Em alguns casos a marca vale mais do que todo o patrimônio físico da empresa.
O Gestão & Negócios começou a desvendar os segredos que envolvem o processo de fixação de um nome e uma identidade visual e a relação deles com valores institucionais.
Case 1:
RC Cola - Indústria de bebidas
Trazer um refrigerante e 100 anos de tradição de uma marca. Esse foi o primeiro desafio da RC Cola no Brasil. A fábrica de refrigerante, que começou a funcionar em 2003, estabeleceu como meta, colocar-se como mais uma opção para consumidores de marcas já tradicionais no mercado nacional. Nesta disputa por preferência, valores como qualidade e sabor tinham que estar presentes na marca RC. Para isso a empresa agiu em diversas frentes, desde campanhas em mídia até degustações em pontos de venda. Para acompanhar os resultados e a evolução das ações de fixação da marca, as pesquisas de mercado são constantes e os dados avaliados com freqüência.
Case 2:
Marília Pizzeria - Setor de alimentação
O restaurante vem trabalhando desde a inauguração, em 2002, na consolidação de uma marca forte. As empresárias entendem que consolidar um marca não é apenas se fazer conhecer. Por isso a estratégia da pizzeria é atribuir valores que vão além dos padrões de qualidade. A meta do restaurante é ganhar alma, fazer da logomarca uma identidade completa e não apenas uma referência visual. Entre as estratégias da empresa está a criação de uma personagem, um mascote - A “Marilinha”. Além de ser fundamental nas ações de marketing a renda produzida pela bonequinha, é revertida para fins sociais.
Entrevista:
Prof. Eduardo Véras - Fundação Dom Cabral e Sócio da Partnership & Associados
O entrevistado revelou um pouco da história e como vem acontecendo a evolução da marca no mundo. O professor também explicou o que é o “Premium Price” e falou do desafio que é criar uma marca forte. Em outro ponto da entrevista, Véras exemplifica um caso de extensão de marcas e comenta sobre marcas como um bem patrimonial.

 

Produto: Fidelização de Clientes
Duração: 25 min.
Sinopse:
Sua empresa tem a preocupação de tornar os clientes fiéis? Está em busca de satisfação no atendimento e na qualidade dos produtos e serviços oferecidos? Você vai saber qual a saída mais eficaz para manter os clientes fiéis. Conhecerá duas empresas que tornaram seus clientes fiéis de forma criativa sem gerar custos altos.
Case 1:
LOCALIZA RENT A CAR - LOCADORA DE VEÍCULOS
Na Localiza Rent a Car, uma das maiores locadoras de carros do país, por exemplo, o programa de Fidelidade distribui, há 3 anos, diárias de graça para os clientes. “Já temos mais de 300 mil participantes, com 35 mil diárias distribuídas, em todo o país”, explica a assistente do programa Fidelidade da empresa, Cristina Pinto.
Case 2:
VILLA D´ELLA - SALÃO DE BELEZA
No salão de beleza Villa D´ella, os clientes também saem ganhando com um programa de fidelização. A cada R$ 1,00 gasto no salão, o cliente ganha dois pontos. Desde que o programa foi implantado, há um ano e seis meses, o movimento aumentou 10%. “O mais interessante é que o programa permite que os clientes conheçam outros serviços oferecidos pelos nossos profissionais”, explica Márcia Agostini Ribeiro, gerente administrativa do Villa Délla.
Entrevista:
ÁUREA RIBEIRO - FUNDAÇÃO DOM CABRAL
Segundo a professora da Fundação Dom Cabral, “As empresas precisam entender que despertar o interesse do consumidor é um desafio que pode ser vencido. Hoje para as empresas sobreviverem no mercado têm que conhecer o consumidor mais do que os seus concorrentes. Para isso, precisam criar estratégias de relacionamento e de marketing. Um programa de Fidelização é uma alternativa”.

 

Produto: Desenvolvimento de Produtos
Duração: 25 min.
Sinopse:
A sua empresa desenvolve produtos? Você sabe quais são as etapas desse processo? E os fatores de sucesso e fracasso? Você vai ver na prática como é o desenvolvimento de produtos em uma empresa alimentícia e em uma de perfumes e cosméticos.
Case 1:
VILMA ALIMENTOS
O case mostra como foi o processo que permitiu a empresa ampliar o mix de produtos de duas categorias de massas e farinha de trigo para 480 ítens produzidos. Na filosofia da fábrica “o desenvolvimento de produtos é uma necessidade”, ressalta Cezar Tavares, diretor de Vendas e Marketing.
Case 2:
KAZON - IND. DE COSMÉTICOS
A empresa produz 300 itens, divididos em 12 categorias, para melhor atender a demanda dos clientes. Por trás de cada novidade lançada pela fábrica há pelo menos um ano e meio de estudos. A primeira etapa é a “gestão de portifólio”, quando a empresa busca identificar os produtos a serem trabalhados de acordo com o mercado.
Entrevista:
FLÁVIO ARAÚJO E LUIZ CASTANHEIRA
Luiz explicou que para se fazer o desenvolvimento de produtos, há dois tipos de motivação para uma empresa: uma estratégia defensiva e uma estratégia ofensiva. Esta acontece quando se quer aumentar o faturamento de um negócios e aquela, quando se detecta uma necessidade de lançar novos produtos para manter uma posição no mercado.

 

Produto: Merchandising
Duração: 25 min.
Sinopse:
Como diferenciar, no ponto de venda, o seu produto dos concorrentes?
Case 1:
Café Três Corações
Case 2:
Doce Cacau - Chocolate
Entrevista:
Sidney Porto - Diretor Geral de Merchandising e Vice-Presidente da POPAI-Brasil

 

Área Temática: Estratégia
Produto: Gestão Estratégica
Duração: 25 min.
Sinopse:
Ferramenta que analisa o ambiente externo e interno da organização, tornando menos provável que a empresa seja surpreendida pelo mercado ou pelo seus concorrentes. É fundamental para se aumentar a lucratividade do negócio, através do maior comprometimento dos funcionários e da melhor definição das estratégias empresarias.
Case 1:
SOLDERING
Definida a missão: oferecer soluções para desgaste, com produtos e serviços ao nível superior de qualidade, mantidos atualizados tecnologicamente, assegurando o melhor custo-beneficio e eficácia operacional ao cliente; a empresa defini as metas e trabalha para alcançá-las.
Case 2:
PEGASUS - Farmácia Homeopática
A empresária planejou tudo mês a mês antes de montar a própria empresa, encontrou muitas ameaças externas na região. Mas, de posse do seu planejamento estratégico ela conseguiu definir as ameaças e oportunidades, buscando soluções para valorizar a opção de escolha dos clientes.
Entrevista:
Prof Mauro Calixta – Dr. em planejamento Estratégico
Professor enfatiza a importância da ferramenta e a sua aplicação para as empresas. Para ele, o planejamento deve ser atualizado durante todo o tempo, para garantir a competitividade. Por isso ter estratégia é o diferencial para o sucesso e o crescimento de qualquer organização.

 

Produto: Qualidade Total
Duração: 25 min.
Sinopse:
As relações comerciais e os processos administrativos contemporâneos vêm exigindo progressivamente das empresas trabalhos que resultem na satisfação dos clientes e no incremento da lucratividade. O programa de Qualidade Total é uma das maneiras mais difundidas para a obtenção desses resultados.
A correta aplicação das metodologias do programa garante às empresas melhor supervisão dos processos desencadeando redução nos gastos, tarefas executadas com mais eficiência e um controle de qualidade mais eficaz.
Case 1:
CEMIG - Companhia Energética de Minas Gerais
Segundo o superintendente de Coordenação Ambiental e da Qualidade, Luiz Augusto Barcellos Almeida, o programa que começou em 1995, ganhou força dentro de outros setores da empresa à medida que os resultados positivos foram rapidamente aparecendo. A CEMIG também aponta a necessidade de comprometimento do funcionário com as tarefas e a necessidade de se mudar conceitos internos.
Case 2:
Clínica Vizibelli - Instituto Oftomológico
A implantação dos procedimentos garantiram à empresa o título de primeira clínica oftalmológica em Minas Gerais a obter o certificado ISO 9002. O sócio proprietário, Dr. Henrique Vizibelli conta como a descoberta dos benefícios da Qualidade Total fizeram com que o conceito que a empresa tinha sobre certificação mudasse.
A clínica também teve de enfrentar desafios, como a resistência oferecida pelos funcionários mais antigos.
Entrevista:
Emílio Sakai - Consultor
O Especialista abordou a banalização do termo “Qualidade Total” e como isto foi prejudicial à implantação desse processo nas empresas brasileiras. Ele também falou das vantagens de se implementar esse programa e como a qualidade é fundamental para garantir a competitividade no mercado. O instrutor da UBQ – União Brasileira da Qualidade, ressaltou a necessidade de se obter a certificação para conquistar novos clientes e como devem ser encaradas essas relações comerciais.

 

Produto: CCQ
Duração: 25 min.
Sinopse:
SOLUÇÕES EM EQUIPE
CCQ é um método de trabalho que promove resultados positivos tanto para o funcionário quanto para a empresa. Ele se baseia na cooperação e no relacionamento entre funcionários. O CCQ busca potencializar os valores pessoais e aplicá-los no desenvolvimento das atividades e na melhoria do ambiente das empresas. Aplicando o CCQ, a empresa passa a valorizar as iniciativas de seus funcionários.
Case 1:
MBR
Hoje já existem na empresa 59 grupos de CCQ, que contam com a participação de quase 700 funcionários da empresa. Cada grupo já apresentou, em média, 14 projetos de melhoria para problemas cotidianos do ambiente de trabalho.
Case 2:
ITABIRA DO CAMPO
Desde a implantação do processo, foram realizadas 86 pequenas mudanças.Um dos problemas resolvidos pelo CCQ foi o alto nível de ruído emitido pelos equipamentos conhecidos por umidificadores. Uma placa de amianto desenvolvida por um grupo de CCQ foi projetada para reduzir o barulho. O curioso é que a medida veio atender uma necessidade dos vizinhos e não da própria empresa.
Entrevista:
NEUZA MARIA CHAVES - FDG
Segundo a entrevistada, além da melhora do ambiente de trabalho e do aumento da motivação dos colaboradores, o CCQ também traz resultados financeiros para as empresas. Para ela, o processo é prático e muito simples de ser implantado, propiciando resultados rápidos. “O retorno chega a cinco vezes o capital investido”, aponta.

 

Produto: Gestão Ambiental
Duração: 25 min.
Sinopse:
A gestão do meio-ambiente pode ser custo ou vantagem competitiva, depende da empresa.
Case 1:
Fiat Automóveis
Case 2:
Vale Verde - Cachaça
Entrevista:
Ronaldo Gusmão - Diretor Geral do IETEC e Coordenador Geral da Ecolatina

 

Produto: Responsabilidade Social
Duração: 25 min.
Sinopse:
Um novo modelo de gestão tem alterado o estilo de atuação das empresas: realizar projetos sociais em benefício da qualidade de vida das pessoas. Esta mudança na filosofia das empresas amplia a consciência de seu papel social e contribui para desenvolvimento da sociedade.
Case 1:
SAMARCO MINERAÇÃO
O programa de responsabilidade social da empresa começou há quatro anos, com o objetivo de desenvolver ações para contribuir com o crescimento das comunidades onde está instalada.
No começo da implantação do programa, a empresa sugeria ações. Hoje, elas partem dos próprios empregados.
Case 2:
APAE CONTAGEM
A associação oferece serviços que possibilitam a inclusão social dos deficientes. Nas oficinas, eles aprendem uma profissão e têm a oportunidade de inserção no mercado de trabalho. Mas para convencer as empresas a contratarem os deficientes, a associação percorreu um longo caminho.
Entrevista:
Francisco de Assis Azevedo - Vice-Presidente do Conselho da Cidadania Empresarial da FIEMG

 

Área Temática: Tecnologia
Produto: Gerenciamento de Projetos
Duração: 25 min.
Sinopse:
Decidir caminhos, planejar rotas, escolher equipe, analisar custos e fazer provisões. Todos esses passos fazem parte do desenvolvimento de um projeto.
Um projeto é a forma mais racional de se chegar a um resultado esperado. Com isso o número de projetos são ampliados ao longo da vida, fazendo com que, às vezes, uma enorme quantidade deles esteja em andamento simultaneamente.
Assim, mais do que executar projetos, é necessário gerenciá-los, tornando-os eficientes em todo o seu potencial. O Gerenciamento de Projetos prevê metodologias para que esta ação seja completa e renda mais que resultados, renda aprendizado.
Case 1:
Unisys
Mundialmente conhecida pelos trabalhos desenvolvidos em soluções de tecnologia, a Unisys garante a qualidade de seus trabalhos porque acredita nas metodologias baseadas em projetos.
Cada serviço desenvolvido dentro da empresa, bem como as necessidades dos clientes, são tratados e gerenciados como projetos. O especialista da Unisys dá uma dica para aumentar a margem de sucesso na gerência dos projetos.
Case 2:
BHS
O gerenciamento de projetos dentro da empresa acontece de forma centralizada. À medida que a demanda foi aumentando, a empresa sentiu necessidade de montar um escritório exclusivo para gerenciar os projetos. Para tornar a gestão de projetos mais eficiente foram feitos investimentos em softwares e programas de capacitação e de certificação específicos para a área de atuação da empresa e também na área de gerenciamento de projetos. A filosofia da BHS, diz que: além de alcançar o objetivo, um projeto tem que ser capaz de gerar aprendizado.
Entrevista:
Antonio José Soares - PMI
O presidente do PMI-MG conta, em entrevista, qual é a origem do órgão e qual a importância dele no cenário mundial. Ele também aponta qual a posição do Brasil em relação ao mundo quando o assunto é gerenciamento de projetos e dá conselhos para melhorarmos nossos projetos.
Ele mostra, ainda, que projetos podem ser aplicados ao cotidiano das pessoas e como o controle é um importante aliado na execução de um projeto.

 

Produto: Sistema de Informação
Duração: 25 min.
Sinopse:
É importante distinguir o termo informatizar do termo ”informacionar”. São processos diferentes: Informatizar é adquirir software e equipamentos para agilizar o tratamento dos dados; e “Informacionar” é uma cultura, que depois de implantada , proporciona o desenvolvimento das empresas”.
Case 1:
TELEMIG CELULAR
Uma das maiores operadoras de Telefonia celular do País, considera que a informação bem tratada é fundamental. Para gerenciar o setor de compras a empresa utiliza um sistema de informação que auxilia nas negociações e no fechamento dos negócios como compra de aparelhos, acessórios e cartões.
Case 2:
CONSULTÓRIO DENTÁRIO (Dr. Luciano Bignoto)
A rotina do consultório mudou depois da implantação do odontograma, que contém os dados pessoais do paciente, a ficha clínica com as informações dos procedimentos adotados, uma planilha de pagamento e uma agenda com os compromissos a serem cumpridos.
Entrevista:
Alexandre Apulinelli – Consultor em genrência de informação da Information System
Segundo o empresário, a maioria das empresas brasileiras precisa conhecer a importância de um sistema de informação eficiente para a administração e crescimento de seus negócios. “Os empresários devem conhecer os seus funcionários e clientes. Saber ouvir é o instrumento. Nesta hora, humildade é fundamental”, explica Paulinelli

 

Produto: E-Business
Duração: 25 min.
Sinopse:
Entender e implementar soluções de e-business é uma alternativa para as empresas serem mais competitivas.
Case 1:
Total Fleet
Case 2:
Netvídeo - Vídeo-Locadora
Entrevista:
Erasmo Borja Sobrinho - Diretor de Internet da ASSESPRO-MG

 

Área Temática: Outras
Produto: Força de Vendas
Duração: 25 min.
Sinopse:
Para se estabelecer toda empresa tem que vender: serviços, produtos, idéias; não importa, tudo o que se produz tem que ser vendido. Com a sofisticação dos produtos, com consumidores cada vez mais exigentes e o equilíbrio entre os preços, a concorrência tornou-se acirrada. Esse cenário incentivou a diversificação e o refinamento dos métodos e táticas de vendas.
Além da equipe afinada, as empresas estão também em busca constate de estratégias para aumentar as vendas. O que se observa, então, é que vender não é mais uma arte é uma ciência.
Case 1:
FL Brasil - Tutela
O assessor comercial e responsável pelas vendas mostra que a empresa desenvolveu uma política de vendas na qual o vendedor tem que oferecer ao cliente soluções com base no “mix” de seus produtos. Na FL Brasil, tão importante quanto vender é saber porque uma venda não foi feita. Toda essa preocupação no processo de vendas se reflete numa contínua motivação da equipe, o investimento em processos, equipamentos e treinamentos.
Case 2:
Hering – Loja de varejo
As lojas da marca fazem a venda dos produtos da malharia ao consumidor. Para a empresa, a venda começa no treinamento do vendedor, contratado por se encaixar no perfil desejado para o cargo. A empresa valoriza o papel do gerente, onde ele é mais do que avaliador de resultados, mas sim um suporte no processo de vendas, para garantir a satisfação do vendedor e enxerga as vendas como um processo que depende da percepção do vendedor com relação ao cliente e vai até a satisfação com o produto.
Entrevista:
Francisco da Gama
O entrevistado falou sobre a profissionalização do vendedor e o preconceito que ronda a profissão. Francisco da Gama também deu dicas para vender melhor e como é importante uma atitude diplomática para concretizar uma venda, explicando que a função do vendedor é solucionar problemas e que a criatividade do brasileiro é um grande aliado no processo de vendas.

 

Produto: Negociação
Duração: 25 min.
Sinopse:
Negociar é um das habilidades mais importantes para o sucesso pessoal e profissional. Você sabe negociar? Quais são suas atitudes, comportamento e prioridades quando precisa fazer algum tipo de negociação?
A negociação é um trabalho de evolução constante que exige cuidado, consistência e planejamento. Traduz um desejo de relacionamento duradouro e agrega valor quando tem significado para aqueles que participam.
Case 1:
LÍDER TÁXI AÉREO
Maior empresa de aviação executiva da América Latina e a terceira do mundo. O diretor de vendas de aeronaves, explica que a negociação de um avião ou helicóptero é mais demorada, pode chegar a um ano, em função do valor, que varia de 600 mil a 40 milhões de dólares. “O primeiro passo para o fechamento de um negócio é entender a necessidade do cliente”, explica Arcuri.
Case 2:
RM SISTEMAS
A maior parte das vendas se dá por indicações de clientes, já que a negociação é baseada na confiança estabelecida entre a empresa e o comprador. A equipe de vendas é estimulada também por premiações, que podem ser trimestrais e anuais. “Quando nossa equipe atinge as metas, é reconhecida pela diretoria com viagens nacionais e internacionais”, conta o diretor comercial Eduardo Couto.
Entrevista:
Carlos Pessoa Professor associado da Fundação Dom Cabral